Especial Semana Santa – Dia #6 – A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS

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Olá meu amigo, minha amiga. Bem-vindo(a) de volta ao site BelasPalavras.com

Dando continuidade ao nosso Especial Semana Santa, chegamos hoje na Sexta-Feira Santa.

Um dia de muita tristeza para todos nós cristãos, mas ao mesmo tempo, um dia que pode nos proporcionar muitas reflexões e aprendizados.

Leia o texto abaixo com muita atenção, até o fim e se gostar, não deixe de compartilhar em seu Facebook ou Whatsapp.

Boa leitura e não deixe de refletir.

A Sexta Feira da Paixão, assim chamada por nós católicos, é o dia em que nos é provado o amor incondicional de Jesus por nós.

Neste dia, após ter suportado todo o sofrimento de sua caminhada até o calvário, e seu julgamento ocorrido de maneira injusta, Jesus se vê a frente de sua morte.

Jesus foi condenado à morte pelo meio mais cruel e doloroso que existira naquela época, a crucificação.

A morte na cruz se dava de maneira lenta e dolorosa, e as pessoas condenadas a ela morriam por exaustão, após permanecer por dias sofrendo, pois era lenta.

A crucificação de Jesus se deu em um lugar chamado Gólgota (Calvário), seu significado, lugar da caveira.

Suas mãos e pulsos foram pregados a madeira da cruz que ele mesmo carregou, com cravos de metal.

Seus pés foram apoiados em uma tabua, e fora pregado cravos também em seu calcanhar. Colocaram sobre sua cabeça uma coroa de espinhos e ergueram a sua cruz.

Por sobre sua cruz havia uma placa com os dizeres: “Este é Jesus, o rei dos judeus.”

Algumas pessoas que passavam lhe dirigiam insultos.

“Você que destrói o templo e o reedifica em três dias, salve-se! Desça da cruz, se é filho de Deus” (Mateus 40)

“Salvou os outros e não é capaz de salvar a si mesmo! E é o rei de Israel! Desça agora da cruz, e creremos nele.” (Mateus 42)

Jesus foi crucificado com um criminoso à esquerda e outro a sua direita.

Um destes ladrões aceitou Jesus antes de sua morte e o reconheceu como seu salvador, se arrependendo de seus pecados. E mesmo ali diante de tamanho sofrimento, Jesus se volta para o criminoso ora arrependido e diz: “hoje você estará comigo no paraíso.” (Lucas 23-43)

Naquela época era costume que algumas pessoas por benevolência, fizessem uma mistura de vinho, e algumas outras ervas e oferecessem aos prisioneiros condenados a crucificação.

Esta mistura causava de certa forma uma anestesia ao corpo, e era permitida que fosse oferecida aos prisioneiros, assim seu sofrimento era de certa forma um pouco menor.

A mistura foi oferecida a Jesus, porém, ele a recusou, Jesus passaria por tudo o que lhe fora predestinado, sem nenhum tipo de escape ou alívio, este era o seu desejo, passar pelo que tinha que passar, sem se esquivar de seu destino.

“E deram-lhe de beber vinho com mirra, mas ele não tomou” (Marcos 15-23)

A crucificação de Jesus se deu por volta das nove horas da manhã. E por fim eis que ocorre sua morte, por volta das três da tarde. Durante o período em que estava na cruz, o dia se transformou em trevas.

E após a sua morte, o véu do santuário se rasgou em duas partes, houve um tremor de terras, então se partiram rochas e abriram-se sepulcros.

Enquanto Jesus permanecia na cruz, havia soldados que faziam a guarda para que ninguém o tirasse de lá.

Após sua morte – e os acontecimentos que vieram após – estes se encheram de grande temor, começaram a glorificar a Deus e diziam: verdadeiramente, este era o filho de Deus.

Então o corpo de Jesus foi retirado da cruz, e encaminhado para o sepultamento.

Este foi feito por um seguidor seu, chamado José de Arimateia, e teve a ajuda de Nicodemos e algumas mulheres que o seguiam e acompanharam toda a crucificação.

Então Jesus foi levado ao tumulo e sepultado.

REFLEXÃO

Quão misericordioso é nosso senhor JESUS, que pregado em uma cruz, salvou um homem em seus minutos finais, dotado de arrependimento.

Que esta Semana Santa sirva para todos nos compreendermos o tamanho de seu sacrifício.

Que possamos nos espelhar na perfeição de Jesus, que mesmo sendo traído e xingado teve compaixão.

Muitas vezes nós pecamos, pelo simples fato de condenarmos aos outros, por falarmos de coisas que não sabemos.

Acusamos, julgamos, apontamos e Deus não aprova estas atitudes, reflita se não tem feito isso.

O perdão de Jesus é dado a todos que se arrependem de seus pecados de coração, então quem nós somos para julgarmos alguém.

Que passemos a olhar para nós mesmos e nos avaliarmos e pedirmos perdão a Deus por todas as vezes que pecamos e julgamos, este autojulgamento deve ser feito, em detrimento ao julgamento de pessoas que mal conhecemos, pois este não nos cabe.

Ao invés de condenar, aproxime-se, chame para a companhia do senhor, mostre-lhes a palavra de DEUS.

E se algo nelas precisar ser mudado, JESUS o fará, ele tocará em seu coração, sirva de instrumento nesta obra, e aumente o rebanho de DEUS, não diminua.

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17 Comments

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